quinta-feira, 12 de agosto de 2010

BOLO DE AMEIXA by Rainhas do Lar


Primeira coisa: untar e enfarinhar uma forma pequena de bolo inglês ou daquelas de buraco no meio, e pré-aquecer o forno em temperatura média (lê-se 180°).

Para fazer um delicioso bolo de ameixa você primeiro precisa fazer um doce de ameixa. Tome uma xícara bem cheia de deliciosas, suculentas, macias e graúdas ameixas secas sem caroço, coloque numa panela, cubra com água passando uns dois dedos, some 2 colheres rasas de açúcar e leve a cozinhar em fogo baixo. Isso deve virar mais do que uma compota, mas uma pasta com um ou outro pedaço de ameixa maior. Para que isso aconteça, vá colocando mais água à medida que seque até que a fruta esteja desmanchada. Reserve.

Na batedeira, aquela receitinha básica: 2 colheres de sopa de manteiga, 2 xícaras mal cheias de açúcar e 3 gemas peneiradas. Fez creminho liso, lindo e homogêno, junte 2 xícaras de farinha de trigo (eu uso integral, mas fica a vontade) e bate mais um bocado. Agora junte o doce, as 3 claras em neve e 1 colher de sopa de fermento em pó, agora no muque, nada de batedeira, porque senão não adiantou ter batido as claras em neve, aqueles pedaços chiques de ameixa dançam e ainda tem aquele povo que jura de pé junto que fermento não pode bater. Mistura bem com uma colher de pau, deita na forma untada. Coisa de 30 minutinhos, mas o melhor sinal quem dá é o cheiro, se liga.

Esse bolinho é TUDO de bom, vai por mim.

Omelete grã fina - by Rainhas do Lar

bata numa tigelinha com a ajuda de um garfo, 4 ovos , com sal, pimenta do reino moída na hora e uma chuvinha de farinha de pão.

Ah! Antes disso deite um fio de azeite numa pequena frigideira, coloque um punhado de camarões, que você acabou de temperar com sal e pimenta do reino moída na hora e uma gotinhas de limão, e leve ao lume baixo para soltar a água e rosar. Escorra a água se ainda houver e reserve.

Numa frigideira (as de teflon são a glória nessa hora), deite óleo de sua preferência (canola é tudo na minha vida), não muito (mais do que apenas untada menos do que um dedo, mas a panela tem que estar toda untada por dentro para não grudar!), e leve ao fogo médio. Quando o óleo estiver quente, despeje os ovos batidos e depois distribua os camarões por cima. Bom, essa é uma omelete aberta, que precisa ser virada para ficar igualmente dourada dos dois lados; quem tem omeleteira, massa, mas quem não tem caça com prato mesmo. Sabe onde é que esse princípio costuma dar pau? Na hora de virar quando a massa que fica por cima ainda não encorpou e está líquida. Daí a comadre vai cair na besteira de cobrir a panela com o prato e virar. Vai dar merda, a calda vai escorrer, vai ser um inferno, vai por mim. Sabe qual é o trucão para evitar que isso aconteça? Ir mexendo a panela de maneira que a massa escorra para as bordas da mesma, e se isso não for suficiente, vá fazendo cortes e abrindo fendas na parte de baixo, já firme, para a massa líquida de cima ir escorrendo e se firmando também. Só quando a massa estiver toda firme será seguro virar a omelete com a ajuda de um prato, pegou? Desta forma, vai dar tudo certo, na santa paz, confia!

Bom... virou, é esperar dar uma douradinha no outro lado (faça isso sacudindo a omelete pelo cabo da panela, que por já estar bem quente, vai ser jogo rápido).

Depois é escorregar a omelete para o prato, salpicar ervas frescas (ou não), fazer um deseinho esquema gourmet (a bicha é grã-fina, não esquece) com um melaço, um teriyaki, uma mostarda, uma coisa, e comer linda, loira e japonesa com uma saladinha ou uma cenourinha refogada, como a que Vânia fez aqui, bunda com bunda comigo no fogão, e que tava uma coisa!

Acaba de rolar um drible na minha apatia gastronômica.

Nossa...

Oi, quanto tempo.....dei uma sumidinha....mas já estou de volta

bjs